quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O Terço – Parte 04

Em 1975, foi lançado o LP que consagrou definitivamente a banda, formada então por Hinds (guitarra, viola, vocal), Luiz Moreno (bateria, percussão) e do carioca Sérgio Magrão (baixo, vocal, outro ex-integrante do Joint Stock Co.) e do mineiro Flávio Venturini (piano, teclados, viola, vocal, que já havia participado das bandas Os Turbulentos, Haysteacks, Crisalis e do movimento mineiro -de MPB- Clube da Esquina)

Criaturas da Noite, cuja faixa-título, síntese perfeita de MPB com Progressivo Sinfônico, virou hit nacional, vendendo centenas de milhares de cópias e presenteando o público brasileiro com uma das obras-primas do progressivo brasileiro, a clássica faixa 1974, que se tornou o hino do rock progressivo nacional. 1974 é composição de Flávio Venturini, 12'21" de puro instrumental, ricamente arranjados e com diversos momentos melodicamente encantadores.

Assim que entrou, Flávio logo havia mostrado suas composições e 4 foram imediatamente aprovadas para o disco Criaturas da Noite. Destas, 2 se transformaram em obras-primas do Progressivo, amadas e idolatradas até hoje: Criaturas da Noite e a inigualável 1974, magistral suíte instrumental.
Outra música do mesmo álbum, Hey Amigo, também projetou definitivamente o nome do grupo. O Terço, ao lado dos Mutantes, era o grande nome do rock brasileiro, conseguindo soar como um conjunto de calibre internacional. Por onde passava arrastava multidões, lotando ginásios.

O disco ainda teve uma versão em inglês que foi lançada em 1975 somente na Europa. 1974 foi coreografada em 1977 pelo argentino Oscar Araiz, para o Royal Balet do Canadá, e apresentada em turnê pelo Canadá e Estados Unidos. Outro destaque de Criaturas da Noite é a sua belíssima capa. O título da obra é A Compreensão, de autoria de Antonio Peticov.

Fonte: Site da banda

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