quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Ultraje a Rigor - Histórico - Parte 06

Em '96, também de surpresa para a banda, lançaram uma série chamada "O melhor do Ultraje a rigor/2 é demais!", reunindo os dois primeiros LPs do Ultraje, sem as faixas bônus dos CDs originais. Sem nunca se incomodar em avisar a banda, mas já não "de surpresa", a Warner lança mais duas coletâneas, em '97 "Pop Brasil", na verdade uma reedição do Geração Pop com menos músicas e em '98 "Ultraje a rigor Vol. 2 / 2 é demais!" com o terceiro e quarto discos da banda reunidos em um CD e, mais uma vez, sem as faixas bônus originais.

No início de '99 Serginho deixa a banda para seguir carreira como Engenheiro Químico. Mingau assume o baixo. Logo depois, o Ultraje a rigor assina contrato com a Deckdisc/Abril Music para lançar "18 anos sem tirar!", um disco ao vivo, com algumas canções inéditas gravadas em estúdio. O CD é muito bem recebido por público e crítica e recebe o disco de ouro por vendagens acima de 100.000 cópias, estourando a faixa "Nada a declarar", que critica o tédio e a falta de assunto geral do cenário musical e da juventude em especial.

Em Maio de 2002, novamente o Ultraje precisa de um ajuste na formação. Logo antes de começarem as gravações de Os Invisíveis, Flávio e Heraldo estavam distanciando-se das intenções musicais de Roger e Mingau. Havia insatisfação de ambas as partes e a melhor solução era a separação. Para gravar o disco e continuar com o grupo foram chamados Sérgio Serra, que adorou voltar ao Ultraje, e Bacalhau, ex-Rumbora e Little Quail, que também aceitou imediatamente o convite (Foto 6). O disco sai em Agosto de 2002, puxado pela faixa Domingo eu vou pra praia, que no dia de seu lançamento foi uma das mais executadas no país.

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